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como prova de (auto)estima
ela deixou a caixa do ansiolítico
vazia
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de abstrato ou concreto
se nunca tivera nada
pelo menos se /// tem //// bro chove
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como se fosse o último canudinho /// de plástico /// da cidade.
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aquele computador prateado /// da mordedura /// quase tão fino quanto uma folha de papel, tal como a proposta do Schopenhauer, no prefácio d’O Mundo, virara bandeja, de café da manhã d’amante.
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a única utopia a qual aderiria seria a da substituição /// por anões /// dos atores mirins em toda e qualquer arte dramática.
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a morte é como todo mundo, ela precisa de um único sim.
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o pessimismo toma situações convencionalmente ruins como invariavelmente negativas.
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por que ‘tempo’ ainda soa “trem” em húngaro?
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que me seja um tumor na cabeça /// a humanidade não pode cheirar tão mal.
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disse que se chamava Ives
disse que estava apaixonado
disse e depois não disse
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eis então que recebemos
a socorro tão merecido à gagueira
a auto-ajuda
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alguém pensa isso, mas quem?
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não era bem isso que dizia
mas que a qualidade da corridinha
era causada pelo ar resistente
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de modo que diante da falta de jeito
havia caminho e não movimento
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de Eléia /// Zenão
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eu escolhi, mas
qual é a diferença entre o polvo com tinta e o sem tinta
ora, o com tinta é com tinta e o sem tinta, sem tinta
ah, tá bom
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